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Acesso em 01/05/2026 às 03h48.

Solenidade marca fim de programação do maior Congresso de Geotecnia da Região Norte

Comemoração aos 10 anos de Núcleo Norte da ABMS marcou a noite desta quinta-feira (09) em Palmas
Escrito por: Gabriel Rosendo

10 de novembro de 2023, às 17h29 - Tempo de leitura aproximado: 2 minutos

Na noite desta última quinta-feira, 09, aconteceu a última programação no Hotel 10, em Palmas, do Congresso de Geotecnia da Região Norte – Geonorte 2023. A solenidade, que marca a comemoração aos 10 anos de criação do núcleo norte da Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS), é apoiada pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Tocantins (Crea-TO), e aconteceu entre os dias 07 e 09, tendo como tema central “Geotecnia na Amazônia”.

 

A programação contou com a participação do presidente do núcleo norte da ABMS, Eng. Civ. Luiz Henrique Rambo, do Crea Amapá. O engenheiro, que também é especialista em fundações e obras de terra, além de sua vasta experiência na área de geotecnia e fundações, explica a importância de discutir a geotecnia no Norte do Brasil. “Nós temos como desafios da região que é mostrar para o país uma valorização profissional para as pessoas que atuam aqui, e então apresentar os trabalhos que são feitos, as dificuldades e a Geotecnia envolvida na Região Amazônica”, explicou o presidente. Durante a solenidade, figuras importantes da ABMS foram homenageadas pelo atual presidente do Núcleo Norte.

 

O vice-presidente do núcleo norte da ABMS e organizador do Congresso, Eng. Civ. Flávio da Silva Ornelas, diz que o conhecimento em torno da Geotecnia na Região Norte precisa ser ampliado. “A região tem uma área muito grande, então é sempre mais fácil escolher áreas boas para se fazer as obras, mas, à medida que vai havendo o desenvolvimento vai surgindo os problemas e vai tendo a necessidade de mais capacidade técnica. Também temos que estar nos atualizando com aquilo que é melhor, o que é mais econômico, o que vai trazer um maior desenvolvimento, mais durável e mais adequado para nossa região, em específico o Tocantins”, ressalta Flávio, relembrando ainda que o foco era “desenvolver o Tocantins, melhorar os nossos técnicos, trazer oportunidades para nossos alunos também, para que possam se desenvolver e crescer e talvez até escolher uma carreira específica na geotecnia”, relembrou o vice-presidente.

 

O Congresso

Durante os três dias de programação, os participantes tiveram palestras, minicursos e capacitações que foram feitas por representantes do Crea-PA, Crea-RJ, Crea-SP, Crea-AP. O ensino e a pesquisa também estão presentes com artigos publicados no livro: “Geotecnia na Amazônia”.